Aquisição de Habilidades, Superação de Desafios

Foto: nasa.gov

As Festas que Curam funcionam, dentre outras coisas, como uma forma de adquirir e codificar um conhecimento, habilidade, superar desafios, dissolver padrões que não mais se quer, expandir a consciência, quebrar frequências, magnetizar e implementar mudanças desejadas em sua própria vida, adquirir, armazenar e aplicar a energia de forma perfeita.

Há um mito hopi Citado por José Arguelles em “O Fator Maia”:

“…mito hopi referente a Palat-Kwapi, a Misteriosa Cidade Vermelha do Sul. A história conta as migrações para as terras quentes do sul e a construção da cidade-templo de Palat-Kwapi, com seus quatro planos. Porém, o objetivo da construção é apenas o de obter e consolidar um sistema de conhecimento. A ordem é de os construtores abandonarem a cidade, deixando-a como um memorial desse conhecimento, depois de terminada a obra. Esquecendo a ordem, os habitantes começam a entrar em decadência, mas uma rivalidade entre clãs faz com que despertem. Recordando-se de sua missão, as pessoas finalmente abandonam Palat-Kwapi, a Misteriosa Cidade Vermelha do Sul.”

Esse mito está intimamente associado a outro mito universal que esteve, de uma forma ou de outra, presente em todas as civilizações, o mito da existência e manifestação de uma dita “Idade do Ouro”. Esse é um tempo dentro do qual reinam a abundância, a sabedoria, a paz e a harmonia entre os seres humanos e o meio. É ligado ao “eterno retorno” por sustentar que esse tempo sempre volta à humanidade e perdura por um determinado período, voltando posteriormente para uma polarização de uma fase de expiação coletiva.

A ligação entre esses dois mitos se faz entender pelo pressuposto de apenas uma civilização encontrando-se dentro da Idade do Ouro poder se dar à tarefa de partir para uma obra do porte de erguer toda uma cidade planejada ou qualquer outra grande obra ligada a aspectos místicos e/ou de mapeamento e registro do tempo e coordenadas galácticas do planeta Terra (como a Esfinge, Stonehenge e tantas outras), uma vez suas energias não estarem desviadas para necessidades básicas anteriores como, por exemplo, manutenção da vida e da espécie, adequação e abrigo em relação ao meio ambiente, convívio humano pacífico e gratificante, dentre outras necessidades básicas. Construir uma obra como as citadas é uma necessidade ligada a anseios espirituais profundos, envolvendo a busca, consolidação e codificação de conhecimento, a qual só pode ser satisfeita em meio à abundância, paz e harmonia energética, material e espiritual.

Esse mito hopi está associado ao ciclo de deslocamento da história das pirâmides dentro do planeta Terra. A história de Brasília está intimamente ligada a esse tipo de questão. Há muitos livros sobre os aspectos místicos de Brasília. No texto “Lembranças de Atlântida” há uma breve referência a isso, citando o sonho de Dom Bosco ligando Brasília à idade do ouro. A forma de vida na capital brasileira traz em si claramente essa questão de busca e aquisição de um conhecimento, servindo de exemplo como modelo de convívio urbano em uma área onde podem ser otimizados aspectos como segurança pública, densidade adequada de habitantes em relação à qualidade de vida e ainda tantas outras questões.

Entretanto, para construir uma cidade do porte de Brasília ou uma obra do porte de uma grande pirâmide, por exemplo, é necessária a confluência não apenas de algumas pessoas, mas de toda uma civilização, incluindo aí ciclos de gerações. Entretanto, em relação às Festas e Festivais isso é bem diferente. Pois esses podem ser criados e vivenciados por grupos de pessoas durante um período de tempo relativamente curto e elas funcionam da mesma forma como uma oportunidade para se adquirir ou codificar um conhecimento ou habilidade.

Outra particularidade interessante e curativa das Festas que Curam é que qualquer povo ou união de pessoas pode fazer sua própria festa ou celebração sem que isso impeça ou meça forças com qualquer outro grupo que faça a mesma coisa, uma indução harmônica que leva a todos os seres humanos o real sentimento de igualdade, dissolvendo a ilusão de um determinado povo ser o povo escolhido. Todos somos e fazemos parte do Grande Um.


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